Vitalism and vital normativeness: Hahnemann and Canguilhem

  • Denise Scofano Institute Medicine Social/UERJ
  • Madel T. Luz Institute Medicine Social/UERJ

Abstract

The present paper reviews Vitalism as the basis for S. Hahnemann’s initial formulation of Homeopathy through the lens of the notions of Vitalism and vital normativeness formulated in the 20th century by French physician and historian of science Georges Canguilhem. Hahnemann described disease as a disarrangement of the organism as a whole, carrying the mark of the individual affected. Similarly, Canguilhem stated that symptoms only have meaning within their specific context and express a global disturb. Hahnemann gave health a positive definition as the state of equilibrium of the vital force – the latter understood as an essential quality of matter composing living beings and corresponding to a conception of Vitalism that holds totality as self-organized. Canguilhem would define Vitalism as the simple acknowledgement of the originality of life regarding lifeless matter, and described life as a dynamic polarity. In this context, illness is seen as a way to compel the organism to seek a new equilibrium to maintain homeostasis, health and healing are both integral parts of the self-organization of living beings and dichotomy of the process health/disease is a mere linguistic artifact.

Keywords:  Vitalism; Medical rationalities; Homeopathy; Vital normativeness; Georges Canguilhem.
  Vitalismo e normatividade vital: Hahnemann and Canguilhem
Resumo
Este trabalho revé o Vitalismo como base da inicial formulação da Homeopatia por Hahnemann através das noções de Vitalismo e normatividade vital formulada no século XX pelo médico e historiador da ciéncia francés George Canquilhem. Hahneman descreve a doença como um desequilíbrio no organismo como um todo, carregando a marca da afecção individual. Similarmente, Canguilhem afirma que os sintomas somente tém siginificado dentro de seu específico contexto e expressa um distúrbio global. Hahnemann dá à saúde uma definição positiva como o estado de equilíbrio da força vital - mais tarde compreendida como uma qualidade essencial da matéria que compõe os seres vivos e que corresponde a uma concepção de Vitalismo que entende a totalidade como auto-organização. Canguilhem definiu o Vitalismo como o simples reconhecimento da originalidade da vida e a descreve como uma polaridade dinâmica. Neste contexto, doença é vista como um modo de compelir o organismo a conquistar um novo equilíbrio para sustentar a sua homeostase; saúde e cura são ambos parte integrante da auto-organização dos seres vivos e a dicotomia do processo saúde/doença é mero artefato de linguagem.

Palavras-chave:  Vitalismo; racionalidades médicas; Homeopatia; Vital normativeness; Georges Canguilhem.
  Vitalismo y normatividad vital: Hahnemann and Canguilhem
Resumen
Este trabajo aborda el Vitalismo como la base para la formulación inicial de la Homeopatía por Hahnemann a través de las nociones de Vitalismo y normatividad vital formuladas en el siglo XX por el mpedico e historiador de la ciencia francés Georges Canguilhem. Hahnemann describió la enfermedad como una alteración del organismo como un todo, conllevando la marca del individuo afectado. De modo semejante, Canguilhem afirmó que los síntomas sólo tienen sentido dentro de su contexto específico y expresan un transtorno global. Hahnemann formuló una definición positiva de salud como el estado de equilibrio de la fuerza viral - ésta entendida como una cualidad esencial de la materia que compone los seres vivos, correspondiente com una concepción del Vitalismo que concibe la totalidad como suto-organizada. Canguilhem definiría el Vitalismo como el mero reconocimiento de la originalidad de la vida respecto de la materia inanimada, y describió la vida como una polaridad dinámica. En este contexto, la enfermedad es considerada una manera de forzar el organismo en la búsqueda de un nuevo equilibrio para mantener la homeostasis, así, salud y curación son partes integrales de la auto-organización de los deres vivos, mientras que la dicotomía del proceso salud/enfermedad es un mero artificio lingüístico.

Palabras-clave:  Vitalismo; racionalidades médicas; Homeopatía; Vital normativeness; Georges Canguilhem.
  Correspondence author:  Denise Scofano, dscofano@uol.com.br
How to cite this article:  Scofano D, Luz MT. Vitalism and vital normativeness: Hahnemann and Canguilhem. Int J High Dilution Res [online]. 2008 [cited YYYY Mmm DD]; 7(24): 140-146. Available from: http://journal.giri-society.org/index.php/ijhdr/article/view/296/363.
 

Author Biographies

Denise Scofano, Institute Medicine Social/UERJ

MD, MA, BC Homeopathy, BC Pediatrics, Institute Medicine Social/UERJ - Doctorate in Health Colletive

Madel T. Luz, Institute Medicine Social/UERJ

MD, PhD, Sociology

Institute Medicine Social/UERJ -

Published
2008-08-26
How to Cite
SCOFANO, Denise; LUZ, Madel T.. Vitalism and vital normativeness: Hahnemann and Canguilhem. International Journal of High Dilution Research, [S.l.], v. 7, n. 24, p. 140-146, aug. 2008. ISSN 1982-6206. Available at: <http://highdilution.org/index.php/ijhdr/article/view/296>. Date accessed: 21 oct. 2018.
Section
Theoretical and Historical Research

Keywords

Vitalism; Medical rationalities; Homeopathy; Vital normativeness; Georges Canguilhem